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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Divisão de HIGIENE e ABASTECIMENTO PÚBLICO?

Terá havido outra alteração ao Regulamento Orgânico da CMO e nós não fomos informados?

E nós que julgávamos que a DHPA - Divisão de HIGIENE PÚBLICA e ABASTECIMENTO tinha vindo para ficar!

É o "abatimento", é o trocar o nome à Divisão: não são erros a mais?

Abatam a Divisão e ressuscitem a DSU! Já chega de bacoradas, já chega de incompetência!

A GREVE AO TRABALHO EXTRAORDINÁRIO NOS MERCADOS E CANIL (IX)

A PROMESSA FALHADA DA CÂMARA MUNICIPAL

No mesmo dia em que os trabalhadores eram intimidados, aliás, convocados, foi distribuída uma Informação no mercado de Porto Salvo em que se assegurava que a CMO abriria o mercado. Promessa falhada: o mercado não abriu!

O Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo cumpriu a Lei e recusou-se a substituir os trabalhadores em greve!



A semelhança entre a Informação e a Intimidação, aliás, Convocatória ou Convocação, é tão grande que a Câmara Municipal  meteu no mesmo saco o trabalhador intimidado/convocado (como é do conhecimento geral...quando deveria ser "como é do seu conhecimento encontra-se a decorrer uma greve marcada pelo sindicato SINTAP...) ao passo que a Informação para os "operadores" deveria referir que "Informamos os srs. operadores que se encontra a decorrer uma greve ao trabalho extraordinário dos trabalhadores dos mercados pelo que a Câmara Municipal não pode garantir a abertura do mercado nos dia 1 de Novembro ou, que tudo fará para garantir..."

O dever de informação impunha que os comerciantes e utentes fossem informados. Preferiu-se assobiar para o lado e fazer de conta que estava tudo bem. Não estava, como o tempo o veio a demonstrar.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A GREVE AO TRABALHO EXTRAORDINÁRIO NOS MERCADOS E CANIL (VIII)

DESMONTANDO A MENTIRA

Sobre a reunião que os trabalhadores tiveram no dia 1 de Novembro nas instalações da Comissão Sindical, reunião tida por ilegal tal como referido em post anterior, por pretensamente ter havido ocupação abusiva de instalações municipais, uma vez mais desmontamos a falácia de quem se serviu de tal atoarda para nos tentar descredibilizar.


A CMO cedeu o espaço ao SINTAP no dia 27 de Junho de 2007!


Uma vez mais, por aplicação do velho ditado "mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo"!

A GREVE AO TRABALHO EXTRAORDINÁRIO NOS MERCADOS E CANIL (VII)

AS OMISSÕES E INVERDADES MUNICIPAIS


Dirigente com elevada responsabilidade declarou em reunião da Câmara que teve lugar no dia 23 de Novembro, que esta havia contactado o SINTAP para a requisição de serviços mínimos e que do sindicato não tinham obtido qualquer resposta.

Em baixo a prova provada de que foi enviada resposta ao Presidente da Câmara Municipal dando por finda a greve ao trabalho extraordinário no canil/gatil, onde SEMPRE foram assegurados os “serviços mínimos” e, ao mesmo tempo se comunicava que com base no artigo 399.º do RCTFP (Lei n.º 59/2008) as actividades exercidas nos mercados municipais não estão inseridas naquilo que a lei define por “necessidades sociais impreteríveis”, pelo que nada havia a acrescentar ao pré-aviso de greve.



Como se constata, a resposta foi dada um mês antes das declarações proferidas em reunião do governo municipal.

Será que as informações não chegam ao referido dirigente?


Ou aplica-se o velho ditado, de que "mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo"?

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A GREVE AO TRABALHO EXTRAORDINÁRIO NOS MERCADOS E CANIL (VI)

DOS INCUMPRIMENTOS DA CÂMARA MUNICIPAL À RETALIAÇÃO COMO RESPOSTA

Poderíamos ter denunciado estes actos e factos imediatamente a seguir à sua ocorrência. Não o fizemos na expectativa que a Câmara Municipal – Presidente e Vereadores do governo municipal – agissem em conformidade e pusessem cobro aos desmandos.

O SINTAP sempre negociou de boa fé com a Câmara Municipal, que acredita ser pessoa de bem. A postura profissional que a Directora Municipal, Dra. Paula Saraiva e a Chefe de Divisão de Recursos Humanos, Dra. Rosa Lopes, tiveram nos vários processos negociais, cujas preocupações foram além de acautelar os interesses legítimos do Município de Oeiras, nomeadamente propiciar aos trabalhadores as melhores condições, é de louvar. Oxalá outros dirigentes tivessem sido solidários com estas dirigentes, procurando manter um clima de paz laboral nas respectivas unidades orgânicas, fazendo do diálogo e da concertação regras básicas de entendimento.

O SINTAP e a sua Comissão Sindical foram chamando a atenção para o incumprimento da lei em algumas unidades orgânicas, sem que fossem ouvidos. Esta actuação era vista como uma intromissão, ainda que fosse feita de forma construtiva e na perspectiva de não serem agravadas tensões.

Trabalhadores que não foram informados das tolerâncias de ponto objecto de despacho do Presidente da Câmara, escalas que ainda hoje não são afixadas nos prazos acordados em sede de Acordo Colectivo de Entidade Empregadora Pública, trabalhadores que são unilateralmente mudados de local e horário de trabalho, situações como esta foram denunciadas e quando eram os visados a fazer valer os seus pontos de vista eram ameaçados com a não convocação para trabalho extraordinário.

Uma trabalhadora que aderiu à greve ao trabalho extraordinário nos mercados (e feiras) e que mensalmente era escalada para fiscalizar uma feira de velharias, foi-lhe dito no dia 28 de Outubro que, se aderisse à greve não faria mais qualquer feira. E assim aconteceu.

Esta situação, face aos últimos desenvolvimentos, vai ser levada ao conhecimento do Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, para que aja disciplinarmente sobre quem decidiu este acto retaliatório e ilegal.



Uma vez mais se comprova que, para além de se promover o “abatecimento”, a Higiene passou a ser “público”.

A GREVE AO TRABALHO EXTRAORDINÁRIO NOS MERCADOS E CANIL (V)

O SERVIÇO DE CORREIO MERCADO-A-MERCADO

O dia 28 de Outubro foi de grande actividade para o Serviço dos mercados. A CMO tem a recolha-porta-a-porta no lixo, criou para aquele dia e mais alguns a entrega de correio porta-a-porta, melhor dizendo mercado-a-mercado, entrando numa concorrência (des)leal com o CTT e demais empresas autorizadas na recolha, entrega e transporte de correio (DHL, UPS, MRW). O nosso colega do "TAC" - Transporte Acelerado de Correio já via a sua vida a andar para trás, temia pelo seu posto de trabalho.

A juntar aos galardões de “melhor concelho para trabalhar”, “de melhor concelho para estudar”, Oeiras, através do Serviço dos mercados, candidatava-se a “melhor concelho para convocar”, na senda das convocatórias do saudoso Scolari.

Eis mais alguns exemplos de convocatórias:







 A vontade em promover o "abatimento" dos convocados mantém-se.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A GREVE AO TRABALHO EXTRAORDINÁRIO NOS MERCADOS E CANIL: (IV)

AS CONVOCATÓRIAS MANHOSAS


Que seja do nosso conhecimento os trabalhadores não foram intimidatoriamente convocados para trabalhar no sábado, 12 de Novembro, greve decretada por outra estrutura sindical, nem tão pouco foram convocados intimidatoriamente para comparecerem nos respectivos postos de trabalho no dia 24 de Novembro, dia de “Greve Geral”. Porquê?

O que tem de especial o dia 1 de Novembro?

O que tem de especial o dia 29 de Outubro? E o dia 31 de Outubro? E o 5 e 11 de Novembro?

Ainda a propósito da “greve geral”, a CMO/DRH teve a gentileza de convocar, ainda que fora de prazo, as estruturas sindicais para lhes solicitar a prestação de “serviços mínimos” nos mercados. De novo se põe a questão: apenas nos mercados, porquê?

A gentileza, ponderação, razoabilidade e sensibilidade que teve a chefia de divisão de RH, faltou ao longo de todo este processo à chefia de divisão HPA, que deveria ter encarado a greve ao trabalho extraordinário como um acto normal em democracia.

De seguida vamos dar a conhecer algumas convocatórias, tendo tido o cuidado de “apagar” os nomes dos intimados (adequa-se mais intimidados), convocatórias que iremos comentar.

Como é visível na designação da divisão, HIGIENE PÚBLICA E ABA(S)TECIMENTO, a vontade era "abater" o trabalhador convocado. A preocupação com o "abatimento" do convocado era tanta que uma das testemunhas arroladas, o Sr. Pedro, é dado como "dono do café"...  Ai, se a verdadeira dona sabe, temos caldeirada pela certa.

Impõe-se a seguinte questão: de quem é esta letra?

De alguém que trabalhou para a Inquisição e ressuscitou?

De alguém com resquícios pidescos?